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Taca fogo no mito!
Entre 2020 e 2022, o Brasil inteiro virou uma vala comum. Mais de 700 mil mortes por COVID-19, número que pode ser maior devido à possibilidade de subnotificação. A Baixada Fluminense, como sempre, foi uma das trincheiras mais expostas: transporte lotado, hospitais sem leito, trabalhadores essenciais voltando pra casa com o vírus no corpo e, enquanto o país enterrava seus mortos, o presidente da República minimizava a pandemia, chamava de "gripezinha", atrasava a compra de va


Manual do voto baixadense: não vote no filho.
Nesse período de agosto até o final do ano, em todos os anos desde que me formei no ensino médio, meu pai conversa comigo para falar da possibilidade de fazer concurso. Nunca fui de querer fazer concurso por uma questão de disciplina de estudo e por não me ver encaixado nesse plano-carreira que parece perfeito, mas na minha cabeça me deixaria estagnado.


O poder que não se alterna: como famílias controlam a política na Baixada Fluminense
A Baixada Fluminense é uma das regiões de maior peso eleitoral do estado do Rio de Janeiro, com cerca de 3,8 milhões de eleitores. Mas o voto, na prática, tem se traduzido na perpetuação de um mesmo padrão: famílias que controlam prefeituras, assembleias e influenciam o Congresso Nacional de forma simultânea, utilizando o aparato público para garantir a continuidade de seus clãs.
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