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Um homem morto.
Na segunda-feira, dia 8 de junho, enquanto eu descia as escadas do metrô na Pavuna, voltando do trabalho, percebi uma movimentação mais agitada e acelerada. Eram aproximadamente 20h10. A movimentação não parecia atrapalhar quem estava querendo fazer o mesmo que eu: voltar para casa. Ninguém que estava descendo as escadas pareceu entender o contrafluxo de pessoas. Seguindo até o ponto, no meio da divisa entre São João e Pavuna, encontro uma mulher desesperada, gritando pelo se
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